O Amor é essa coisa "idiota" que nos faz seguir em frente.
Você não consegue inspiração pra escrever, não tem talento pra música, nem pra esportes. Talvez nem seja inteligente o suficiente, o que dirá de bonito. Mas você certamente ama alguma coisa.
Sim, você ama. Porque amamos sempre, todos os dias.
A cada instante.
E o Amor fez-se (e faz) cego.
Em algum instante acreditamos que amar, só amar, basta. Mas não.
Se esse sentimento fosse uma comida, seria talvez uma coxinha, daquelas bem oleosas, gostosas e baratas que são vendidas no buteco de algum ser humano de olhos esticados.
Você, esfomeado, não perde a oportunidade e se esbalda, come e come. "Mais, mais!".
Lembre-se que a maior coxinha promove os maiores estragos. E você pode não aguentar.
Mal sabe que, graças ao pouco de bom senso que você teve, vai sofrer as consequências, seja no banheiro, seja com uma enorme queimação ou se tratando de uma intoxicação alimentar.
É normal surgirem os traumas.
Pessoas juram nunca mais se envolverem com ninguém e blablablá.
Sou a prova disso.
Idiota.
Aprende-se que amar dói – nada mais lógico.
Mas pensar em se envolver de uma maneira a não passar por turbulências e inseguranças… talvez seja esse o maior dos erros. Amor bom, dói.
Saiba aproveitar cada instante, seja ele bom ou ruim, mas não se esqueça de si. Se cuide, se ame. Se ame ao ponto de não precisar ir ao médico por causa de uma intoxicação.
Ame.
Coma a coxinha.
vou comer coxinha.
coxinha é um dos meus apelidos. =T
amei, mas não comi a coxinha. entende?